segunda-feira, 6 de março de 2017

Amar pelos dois





Esta música é absolutamente mágica.
Interpretação doce, delicada, diria quase infantil; poema simples e lindíssimo, instrumental que fica no ouvido. 
Podemos não ganhar - até porque o Festival sido ganho por outros géneros musicais - mas estamos, com toda a certeza, muito bem representados! 

A não perder!



"Com apenas cinco anos, o indiano Saroo perdeu-se da família nas ruas de Calcutá, a milhares de quilómetros de casa. Enfrentou enormes desafios para sobreviver sozinho, até ser adotado por uma família australiana. Hoje, aos 25 anos de idade, decide partir ao reencontro da sua família biológica."







Preparem-se para chorar baba e ranho! Impossível ficar indiferente! Baseado numa história verídica e com atores incríveis (super amoroso, o pequeno Saroo), somos confrontados com uma realidade completamente diferente da nossa.
Vale muito a pena parar e refletir sobre a importância de termos a família connosco, saber onde começa a nossa história e ter um lar onde regressar, o lugar a que chamaremos sempre casa. Onde sabemos chegar, até de olhos fechados. 




segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Puma Basket Heart









(imagens pinterest)

Puma Basket Heart

A suspirar desde que as vi neste artigo da Máxima e neste da NIT.
Muito inclinada para o modelo em branco, ideias para a Primavera.

O que acham? Branco ou Preto?

























quinta-feira, 26 de janeiro de 2017








Já partilhei aqui, há algum tempo, a minha pancada com programas de culinária. Juntamente com séries e filmes, são o que vou vendo na televisão.
Esta semana descobri mais um programa e, neste momento, é um dos meus favoritos.  The Little Paris Kitchen: Cooking with Rachel Khoo começou a ser emitido, esta semana, no 24Kitchen e, quem gosta deste tipo de programas, não pode perder.
Rachel Khoo é inglesa, a viver em Paris há 6 anos, é escritora de livros de culinária e com este programa pretende descomplicar a famosa culinária francesa. É a partir da sua cozinha minúscula, num conhecido bairro parisiense, que cozinha e mostra que não é necessário ter uma cozinha XPTO para fazer iguarias de babar. Sim, porque casa prato que cozinha deixa qualquer um com fome!!! E é nessa mesma cozinha, que confecciona os pratos que serve no seu pequeno restaurante: uma mesa para dois, na sala! :)
A par disso, qualquer desculpa é boa para voltar a Paris!



sábado, 21 de janeiro de 2017

Bairro do Avillez

O Bairro do Avillez foi um dos sítios giros que conheci em 2016 e ao qual valerá a pena voltar numa próxima ida a Lisboa.
Foi no início de novembro que, com as amigas do coração, rumei à capital, para desfrutar do fim-de-semana. 
Desde que começámos a planear esta escapadinha que havia um objetivo comum a todas: conhecer o Bairro do Avillez. Sabendo de antemão que as filas ao fim-de-semana são grandes e que isso equivale a esperar cerca de 1h30, entrei em contacto duas semanas antes para tentar efetuar reserva. Nessa altura informaram-me que só fazem marcações para o Páteo. Ora, a nossa ideia era ir à Taberna. Nada feito, portanto. Explicaram-me que não há "horas aconselhadas" porque isso varia sempre mas que tentasse chegar cedo. Chegada a altura, decidimos jogar pelo seguro e, em vez de irmos ao jantar, optámos por ir almoçar. Fomos preparadas para ter de esperar um bocado. Chegámos por volta das 12h30. Para nossa surpresa, foi chegar, pedir mesa, aguardar 2 minutos e sentar. Estava tudo a correr bem.


O espaço:



sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Let the show begin!




Deixei o Ballet há doze anos. Há um ano, surgiu a oportunidade de regressar e não a desperdicei.
Hoje à noite será o momento de subir novamente ao palco. E não imaginam como isso me deixa feliz (e ansiosa!). É uma das coisas que mais gosto de fazer e que mais gozo me dá. 
Vai ser um fim-de-semana incrível!


Curiosidade: Grande parte dos acontecimentos marcantes na minha família acontecem em dias 13. Este regresso faz ainda mais sentido neste dia.  

sábado, 31 de dezembro de 2016

2016 está a chegar ao fim...








Em 2016...







  1. Onze anos depois, retomei as aulas de Ballet;
  2. Conheci sítios giros e novos no Porto e em Lisboa (e noutras zonas do país);
  3. Terminei uma relação de cinco anos;
  4. Pus a minha felicidade em primeiro lugar. Pensei primeiro em mim - pela primeira vez em muito tempo;
  5. Aprendi que, por mais importante que a outra pessoa possa ser, o meu bem-estar depende, em primeiro lugar, de mim;
  6. Passei por momentos menos bons mas aprendi com eles, levantei-me, sacudi a poeira e segui em frente de cabeça erguida e consciência tranquila porque, no fundo, dei 10000% de mim, não havia mais nada que pudesse ter feito;
  7. Voltei para casa dos pais;
  8. Recuperei amizades adormecidas há demasiado tempo e que são tão importantes para mim;
  9. Dediquei mais tempo à minha família;
  10. Fiz o Caminho de Santiago;
  11. Tive um mês inteirinho de férias;
  12. Fui de férias com a melhor amiga, para verdadeiros dias de dolce fare niente;
  13. Fui ao Festival de Vilar de Mouros;
  14. Fui mais vezes à praia do que nos últimos cinco anos;
  15. Vi o meu irmão concretizar o sonho de se tornar atleta do SLBenfica-Natação, o que me deixou ainda mais orgulhosa dele!;
  16. Comecei a ensaiar para o espetáculo de Ballet, que irá acontecer já em janeiro;
  17. Atingi um dos meus objetivos profissionais;
  18. Festejei o meu aniversário com um núcleo muito restrito de amigos mas isso não me deixou triste. Tenho comigo os melhores!
  19. Segundo me dizem, recuperei o brilho que tinha perdido há algum tempo;
  20. Ri muito, muito, muito (e quero continuar) nas "reuniões" de sexta-feira;
  21. Percebi que tenho tantos motivos para ser feliz;
  22. Estive mais de um mês sem estar com o meu irmão e fiquei cheia de  saudades;
  23. Brinquei, rastejei, saltei, fiz de exploradora/rena/duende/índio/marinheiro/pescador/etc - tudo para ver o afilhado feliz;
  24. Continuei o projeto semi-profissional com a minha Marta;
  25. Percebi que noites loucas de passagem d'ano já me dizem muito pouco e prefiro estar em família ou com amigos em ambientes mais tranquilos;
  26. Fiz muito mais do que isto e escrever e relembrar tudo é mais difícil do que parece. :)